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A Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) reúne 60 redes com mais de 11 mil lojas – 12% do mercado –, presentes em 27 estados e no Distrito Federal, que atendem 3.041 municípios. Foi por toda esta importância no cenário nacional que o InspirAÇÃO entrevistou o presidente da federação, Edison Tamascia.

De acordo com ele, o associativismo trabalha para reduzir os custos operacionais, obter melhores condições de prazo e preço, definir estratégias de vendas e estimular o desenvolvimento técnico e profissional dos colaboradores e empresários.

Edison ressalta que os maiores benefícios do associativismo giram em torno da união dos empresários, estimulados para que pensem coletivamente e que estejam sempre motivados a empreender com eficiência.

O presidente lembra que a associação facilita o acesso as ferramentas tecnológicas de gestão, permite a realização de compras conjuntas, proporcionando aos empresários maior poder de barganha, e acesso a grandes fornecedores do mercado.

“Quando a farmácia de associa, ela faz a opção de aderir a uma marca forte e moderna. Com isso, passa a ter capacitação contínua e um novo modelo de gestão, que oferece maior lucratividade para que ela se torne mais competitiva e ganhe maior visibilidade no mercado”, conta.

De acordo com Edison, a Febrafar conta com sistemas para auxiliar os associados na tarefa de gerenciar as redes de farmácias. Entre eles estão o PEC (Programa de Estratégias Competitivas), que oferecer uma política de preços competitiva, profissional e inteligente, e o SIC (Sistema Integrado de Compras), que viabiliza negociações conjuntas e garante melhores condições de compra.

O presidente citou, ainda, o PGC (Programa de Gestão da Central), que reestrutura os processos e as políticas de compra e venda, melhorando o resultado financeiro das farmácias associadas às redes vinculadas.

Outro benefício para os associados é a atuação do IFEPEC (Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa), criado para municiar as redes de relacionamentos das farmácias com pesquisas, palestras, workshops, encontros técnicos, cursos, simpósios, entre outros, tornando-se um canal exclusivo para a promoção do conhecimento.

Há vários outros programas disponíveis. Se você deseja conhecer mais sobre a Febrafar basta acessar o site: www.febrafar.com.br.

O IFEPEC (instituto febrafar de pesquisa e educação corporativa) divulgou a 5ª edição da pesquisa para entender o perfil de consumo e os reflexos da pandemia nos frequentadores do varejo farmacêutico

Um levantamento feito pelo IFEPEC (Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Corporativa), em parceria com o NEIT (Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia), do Instituto de Pesquisas da Unicamp (Universidade de Campinas), em janeiro, fevereiro e março, mostrou o perfil do público brasileiro que consumiu no varejo farmacêutico durante a pandemia de Covid-19. O resultado completo foi publicado na edição de maio da Revista da Farmácia.

A pesquisa, que está em sua 5ª edição, foi feita com 4 mil consumidores após os mesmos efetuarem compras em farmácias. Estas foram selecionadas de acordo com os agrupamentos: Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias), redes corporativas regionais, Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) e farmácias independentes.

RECEITAS MÉDICAS

Na maioria das compras, em todos os lugares do Brasil, 87% dos entrevistados costumam efetuar as compras sem apresentar receita médica. Somente 10,4% mostram. Uma minoria de 2,4% disse que leva a receita à farmácia somente “às vezes”.

A pesquisa mais aprofundada mostra que a região que menos apresenta a receita ao farmacêutico é a Norte (91,2), seguida por Nordeste (89,4%), Centro-Oeste (88,5%), Sudeste (86,3%) e, por último, Sul (85,7%).

Na contramão, a que mais apresenta é a Sul (11,9%), acompanhada da Sudeste (11,2%), Centro-Oeste (9,3%), Nordeste (8,3%) e Norte (6,6%). Por fim, a ordem das regiões que levam “às vezes” é Sudeste (2,5%), Sul (2,4%), Nordeste (2,3%), Norte (2,2%) e Nordeste (2,2%).

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